
INÍCIO DE JOGO
O galo tem um jogo, não tem uma guerra pela frente. Estamos em batalha, estamos em guerra. Hoje o galo decreta estado de sítio nos próximos jogos. Aos torcedores do Sagrado Glorioso Galo é obrigatório levar suas armas como bandeiras, cornetas, camisas do galo e uma paixão de enlouquecer a alma criando uma força de incentivo aos nossos soldados em campo.
Aos nossos soldados dentro de campos a ordem é lutar até a morte sem fraquejar sem desanimo e sem perder o foco dos nossos inimigos. Não podemos recuar e sim seguir em frente com as nossas principais armas como determinação e garra.
Vamos nos inspirar nossos grandes soldados brasileiros que deram suas vidas na conquista do Monte de Castelo pela Força Expedicionária Brasileira que lutou com bravura, tentando conter o avanço do Exército alemão no Norte da Itália.
O nosso território esta sendo invadido pelos inimigos Palmeirenses, São paulinos, Flamenguistas e cruzeirenses. Perdemos uma batalha aqui no Mineirão pelo Flamengo, mas não perdemos a guerra e nem nossa honra de sermos grandes soldados.
Não podemos esquecer que lutamos por um povo chamado Torcedores alvinegros e mais, lutamos por nossas famílias, amigos e funcionários desse clube Atlético Mineiro.
Os nossos inimigos do Coritiba estão no front nos esperando para a batalha. Alviverdes versus Alvinegros.
De um lado a sobrevivência do rebaixamento e do outro o titulo de campeonato brasileiro de 2009.
Nossos soldados estão em campo vestindo o manto sagrado como fardas. O juiz no centro do campo apita o inicio da batalha que só um recebera a gloria da vitoria. A luta começa. Espero que entre mortos e feridos o Galo conquiste a vitoria.
Saudações Alvinegras.
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Minha simples homenagem a todos os combatentes brasileiros que lutaram na segunda Guerra Mundial.
A todos os soldados brasileiros da segunda Guerra Mundial meus respeito e admiração.
Os verdadeiros brasileiros da pátria.
Monumentos aos Mortos da Segunda Guerra Mundial (Monumento aos Pracinhas)
– Rio de Janeiro / Brasil.
AOS QUE NÃO VOLTAM
Áqueles que caíram sem uma prece!
Aos que caíram no terrível impasse!
A todos que jamais verão a face do ente que os esperava e não os esquece...
Aos que deram de si todo o interesse,
Em que ao dever, um só, jamais faltasse...
Aos que ficaram para que eu voltasse!
Aos que morreram para que eu vivesse!
Aos que tombaram para que pudesse
Viver o homem sem ter quem o escravizasse,
Talvez fosse ainda pouco e não bastasse,
Ao sacrifício que a eles enaltece,
Se um milagre divino concedesse
Revivê-los a pagina que eu estampasse
Soneto sem autoria
“A Tocha”, 17 de julho de 1945.
Transcrito do livro “Meu diário da guerra na Itália” – cap. Newton G. de Andrade Mello.
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FIM DE JOGO
O sonho da imensa torcida atleticana acabou
Meus soldados alvinegros fizeram de tudo para derrotar os inimigos, mas perdemos o jogo para o desesperado Coritiba por 2x1. O desespero mais uma vez venceu o otimismo fora de campo. Porque dentro meus soldados estavam sonolentos. Faltou transformar vontade em pratica.
O sonho acabou, perdemos o foco da conquista do titulo de 2009. O que mais me chateia e porque perdemos para nós mesmo. A nossa falta de ideologia de conquista. Definitivamente não temos estrutura de sermos campeões. Corremos atrás desse objetivo, mas não foi o bastante ou foi o bastante.
Não vou fazer como os outros blogs massacrar, venho aqui mostrar o meu respeito ao Sagrado Glorioso Galo, aos jogadores que fizeram de tudo para alcançar seu objetivo maior, aos técnicos e comissão, os funcionários do clube, a diretoria; principalmente Alexandre Kalil e aos torcedores que fizeram dessa reta final de campeonato um espetáculo a parte.
Yes, nós temos torcida.
Perdemos sim, mas ganhamos o amor e o respeito de todos os torcedores. Perdemos de pé com honra e dignidade. O nosso maior troféu ainda é a nossa torcida que enche estádios e apóiam o clube até o fim.
Jamais nos esqueceremos da dupla que tanto nos encheu de alegria, Diego Tardelli e Éder Luís.
Como se esquecer dos passes milimetricamente precisos de Éder Luís e Ricardinho.
Como se esquecer do nosso matador Diego Tardelli.
Como esquecer as belas devesas de Carini.
Como se esquecer da imensa torcida que tanto me emocionou. Deixar isso para traz é quase uma loucura. É uma insanidade mental.
Se eu for doente, a minha cura é torcer pelo Galo.
Mesmo que eu perca mil vezes, mesmo que eu caia outras mil, mesmo que eu chore outras tantas, ainda sim serei atleticano.
helbert silva
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