domingo, 22 de novembro de 2009

Vou nadar e morrer na beira da praia

É minha gente o sonho acabou e não tenho muita coisa pra falar. Só lamentar por mais uma derrota dentro de casa. O galo definitivamente perdeu o rumo do tão sonhado título brasileiro.
O galo nadou, nadou e morreu na beira da praia. Alguns jogadores com fôlego conseguiram chegar, mas alguns ficaram para trás.
Nós sempre acreditando, pois a esperança é a ultima que morre ou não morre nunca. Eu sou atleticano e sempre vou confiar no meu Sagrado Glorioso Galo. Acho que começaram a montar o plantel do galo no meio do campeonato, talvez seja isso a desculpa ou O Discurso do Perdedor.

Hoje peço a todos os atleticanos que apóie os jogadores que deram seu sangue para o time e os outros eu perdôo, pois limitação foi o grande vilão de todo o campeonato brasileiro de 2009.
Deus quando fez o mundo deu um dom para cada um de nós e alguns assim como eu não nasceu para jogar bola.

Assim foi e são alguns jogadores do galo e não os culpo, pois eles não chegaram lá com suas próprias pernas.
Seria difícil chegar ao galo sem pernas, sem pernas pra jogar bola.
Mas eles deram o Maximo de si e eu devo apoiar o galo sempre e agora é pensar no amanha de 2010.
A ainda continuo acreditando na minha caixinha de surpresa.
Saudações alvinegras

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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Galo uma caixinha de surpresa. Será?


O que nos falta para conseguir nosso tão sonhado lugar ao sol onde só o cume nos interessa. A cada dia fica mais difícil. Lembramos como tudo começou. O galo em primeiro lugar, não seria incrível se terminasse em primeiro. Tudo pode acontecer. Não sei quem inventou essa frase, mas o FUTEBOL É UMA CAIXINHA DE SURPRESA.
Que incrível surpresa seria quando abríssemos nossa caixinha e lá estivesse... Não pra que estragar a surpresa.

É triste, mas não dependemos mais das nossas próprias forças. Dependemos dos tropeços dos outros times pra que a caixinha se abra com ótimos presentes. Deixamos pra traz um fator primordial em uma equipe de futebol. “Atitude”.
Não basta só um jogador querer chamar a responsabilidade pra si e sim todo o grupo. Agora é hora do Grande Discurso Do Perdedor.

_Há foi bom, o importante é competir.
_Perdemos com a cabeça erguida.
_No próximo agente ganha.
_Vamos levantar a cabeça, chegamos entre os quatros.
_ Esse campeonato é muito longo e é muito difícil.
_Não somos vice, chegamos em segundo lugar.
_Bola pra frente, agora é continuar o mesmo projeto para o ano que vem.
Entre outros.

Gostaria de ouvir Discursos De Atitude.
_Nós somos péssimos.
_Eu não joguei nada.
_Perdemos por nossa falta de atitude.
Chega de hipocrisia, devemos aceitar nossa limitação e correr atrás do prejuízo.
Na altura do campeonato brasileiro tenho que contar uma caixinha de surpresa. Como diz minha amiga Gislaine quando esta difícil a vida. “Tá osso”, mas fazer o que?
Contar com atitude de quem?
Prefiro minha caixinha de surpresa.

AGORA ME RESPONDA:
O QUE TEM NA SUA CAIXINHA DE SURPRESA?

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sábado, 14 de novembro de 2009

Coritiba versus Galo


INÍCIO DE JOGO

O galo tem um jogo, não tem uma guerra pela frente. Estamos em batalha, estamos em guerra. Hoje o galo decreta estado de sítio nos próximos jogos. Aos torcedores do Sagrado Glorioso Galo é obrigatório levar suas armas como bandeiras, cornetas, camisas do galo e uma paixão de enlouquecer a alma criando uma força de incentivo aos nossos soldados em campo.
Aos nossos soldados dentro de campos a ordem é lutar até a morte sem fraquejar sem desanimo e sem perder o foco dos nossos inimigos. Não podemos recuar e sim seguir em frente com as nossas principais armas como determinação e garra.

Vamos nos inspirar nossos grandes soldados brasileiros que deram suas vidas na conquista do Monte de Castelo pela Força Expedicionária Brasileira que lutou com bravura, tentando conter o avanço do Exército alemão no Norte da Itália.

O nosso território esta sendo invadido pelos inimigos Palmeirenses, São paulinos, Flamenguistas e cruzeirenses. Perdemos uma batalha aqui no Mineirão pelo Flamengo, mas não perdemos a guerra e nem nossa honra de sermos grandes soldados.
Não podemos esquecer que lutamos por um povo chamado Torcedores alvinegros e mais, lutamos por nossas famílias, amigos e funcionários desse clube Atlético Mineiro.
Os nossos inimigos do Coritiba estão no front nos esperando para a batalha. Alviverdes versus Alvinegros.
De um lado a sobrevivência do rebaixamento e do outro o titulo de campeonato brasileiro de 2009.

Nossos soldados estão em campo vestindo o manto sagrado como fardas. O juiz no centro do campo apita o inicio da batalha que só um recebera a gloria da vitoria. A luta começa. Espero que entre mortos e feridos o Galo conquiste a vitoria.

Saudações Alvinegras.
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Minha simples homenagem a todos os combatentes brasileiros que lutaram na segunda Guerra Mundial.
A todos os soldados brasileiros da segunda Guerra Mundial meus respeito e admiração.
Os verdadeiros brasileiros da pátria.





Monumentos aos Mortos da Segunda Guerra Mundial (Monumento aos Pracinhas)
– Rio de Janeiro / Brasil.





AOS QUE NÃO VOLTAM

Áqueles que caíram sem uma prece!
Aos que caíram no terrível impasse!
A todos que jamais verão a face do ente que os esperava e não os esquece...

Aos que deram de si todo o interesse,
Em que ao dever, um só, jamais faltasse...
Aos que ficaram para que eu voltasse!
Aos que morreram para que eu vivesse!

Aos que tombaram para que pudesse
Viver o homem sem ter quem o escravizasse,
Talvez fosse ainda pouco e não bastasse,

Ao sacrifício que a eles enaltece,
Se um milagre divino concedesse
Revivê-los a pagina que eu estampasse

Soneto sem autoria
“A Tocha”, 17 de julho de 1945.
Transcrito do livro “Meu diário da guerra na Itália” – cap. Newton G. de Andrade Mello.
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FIM DE JOGO
O sonho da imensa torcida atleticana acabou

Meus soldados alvinegros fizeram de tudo para derrotar os inimigos, mas perdemos o jogo para o desesperado Coritiba por 2x1. O desespero mais uma vez venceu o otimismo fora de campo. Porque dentro meus soldados estavam sonolentos. Faltou transformar vontade em pratica.
O sonho acabou, perdemos o foco da conquista do titulo de 2009. O que mais me chateia e porque perdemos para nós mesmo. A nossa falta de ideologia de conquista. Definitivamente não temos estrutura de sermos campeões. Corremos atrás desse objetivo, mas não foi o bastante ou foi o bastante.

Não vou fazer como os outros blogs massacrar, venho aqui mostrar o meu respeito ao Sagrado Glorioso Galo, aos jogadores que fizeram de tudo para alcançar seu objetivo maior, aos técnicos e comissão, os funcionários do clube, a diretoria; principalmente Alexandre Kalil e aos torcedores que fizeram dessa reta final de campeonato um espetáculo a parte.
Yes, nós temos torcida.
Perdemos sim, mas ganhamos o amor e o respeito de todos os torcedores. Perdemos de pé com honra e dignidade. O nosso maior troféu ainda é a nossa torcida que enche estádios e apóiam o clube até o fim.


Jamais nos esqueceremos da dupla que tanto nos encheu de alegria, Diego Tardelli e Éder Luís.
Como se esquecer dos passes milimetricamente precisos de Éder Luís e Ricardinho.
Como se esquecer do nosso matador Diego Tardelli.
Como esquecer as belas devesas de Carini.
Como se esquecer da imensa torcida que tanto me emocionou. Deixar isso para traz é quase uma loucura. É uma insanidade mental.
Se eu for doente, a minha cura é torcer pelo Galo.

Mesmo que eu perca mil vezes, mesmo que eu caia outras mil, mesmo que eu chore outras tantas, ainda sim serei atleticano.
helbert silva

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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Sexta feia 13 nos chifre do G4 do brasileirão 2009







Sexta feira 13 anda rondando os times de futebol brasileiro 2009, mas não é o Jason e sim os capetas da imprensa brasileira que atormentam juízes em busca de favorecimentos.
É publico e notório que os árbitros estão fora de sintonia em função de apoiar o campeão brasileiro de 2009. A cada roda se atrapalham cometendo erros primários no seu ofício de cada jogo.
É porque todos sabem que a dona mídia invoca do além, trazendo do inferno uma força sobrenatural,os capetas da imprensa futebolística.

São esses capetas que ditam o rumo do futebol do Brasil. Todos os anos os capetas elegem seus campeões de coração. Só que hoje os muitos capetas estão lutando entre si. Criando uma batalha de demônios que jogam na imprensa os seus melhores times de 2009.
É sim, e os árbitros que são marionetes da imprensa vão seguindo uma linha ditatorial. O capeta técnico, é sim temos técnicos capetas, o Luxemburgo usa desses artífices sempre quando esta precisando de algum resultado a seu favor.

Ele joga na imprensa que esta sendo perseguidos pelos árbitros, os capetas chefes da redação põe na mídia e as marionetes dos árbitros começam a seguir a linda dos capetas.
Só que as marionetes estão indecisas em função dos capetas está lutando entre si para eleger seus times favoritos.
E não vai me dizer que os capetas elegem seus times por amor, pois seria muita ignorância. Velas pretas e galinhas pretas é coisa do passado.
O negócio deles agora é cartão de credito.
Não existem capetas a procura de almas e sim do nosso dinheirinho de cada mês.
Aleluia, gloria a Deus.

Tem capeta jornalista São Paulino, Palmeirenses, Flamenguistas, Cruzeirenses entre outros. Será que tem do meu time? Bom continuando, o mais forte é o São Paulo que conduz seus jornalistas a criar reportagem tendenciosa.
Mas da banda de cá, os capetas não tem muita força. Só tem um capeta que dirige um clube em Minas que quando o bicho ta pegando, as novenas estão com muita fé, ele apela pro seu primo. E ele tem força rapaz. Esse primo capeta dirige a confederação brasileira de futebol (CBF).
Não viram que seu time esta nos chifre do G4. É rapaziada podem esperar porque os capetas estão a soltas nesse futebol. Temos que rezar muito e pedir muito a Deus que nos protegem de qualquer eventualidade demoníaca. Por isso eu rezo todos os dias e não saio de casa levando comigo meu santinho do Charles Miller.

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terça-feira, 10 de novembro de 2009

Fé na vida, Fé no homem, Fé no galo, Fé no que virá

Meus dois sobrinhos Lucas

Uma musica pra ouvir e refletir. Ouça lendo o texto.

Hoje acordei com um entusiasmo de um moleque. Um moleque de um coração simples e humilde que busca um sonho. Meu sonho de moleque, todo mundo já sabe e nem precisa dizer. Lembro da minha infância sofrida, mas com alegria imensa. Eu e meus amigos de pés no chão brincávamos na rua ou ao redor do campo com uma bola de capotão.

Fazíamos a maior festa, era uma época onde a inocência predominava em nossos corações.
A rua era o nosso maior divertimento. Por quê? Porque a bola sempre estava rolando pra lá e pra cá. Era a maior festa. Já combinávamos depois da escola, tinha peladão na rua.

Pensava eu, um dia serei jogador de futebol e faria mil gols para meu time do coração. Hã, meche comigo e não teria pra ninguém. Ia driblar os adversários como Garrincha e fazer gols lindos como do Pelé. E depois? Depois correia pra aonde? Pra um lugar do campo que é sagrado, aonde o aconchego te acolhe como um filho, aonde o calor do abraço é materno. Corria para a torcida do meu time e pra sempre ficaria lá como um filho nos braços de um pai ou da mãe.

Choraria mil vezes de emoção na satisfação acolhedora da torcida. O jogo podia até acabar, mas eu queria ficar lá e curtir cada segundo da minha paupérrima vidinha de menino no meio da multidão.
Nunca faria feio e quando fizesse pediria perdão. Porque sei que seria reprovado, mas depois teria o abraço quente da torcida amiga.

Eu desanimar. Já mais, faria de tudo, correriam os dois tempos e se tivesse mais também. Não descansaria e lutaria até a penumbra dos meus olhos chegarem. E se chegasse, pelo menos estaria lá na minha sagrada torcida.
Se me faltasse força buscaria no seio daquela que me deu o maior dos presentes, a vida.
Eu seria acolhido como filho de uma pátria em guerra em busca de um simples gesto, abraço da minha mãe gentil.
Sufocar-me-ia nas lagrimas daquela que um dia me deu a bênção na hora da minha partida, e talvez tenha sorte de ser recebido com benção da chegada.
Ela sem palavras me abraçaria como a única coisa que valesse a pena na vida.
E se eu não voltar, ficaria de longe apoiando os meus sucessores dando apoio não mais como filho, mas como pai.
Pai de uma nova geração, geração hoje que buscam os seus mil gols, sua educação, seu trabalho, seu respeito, sua dignidade, sua estabilidade, seu lazer; enfim seus direitos como jovens e acima de tudo sua felicidade.

Espero que o Atlético um dia entenda e se não entender. Pelo menos tente.
Abraços alvinegros

Contado para sugestões ao blog:
vamogaloo@yahoo.com.br

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domingo, 8 de novembro de 2009

Galo de volta aos anos 80 contra o flamengo

Pagando a aposta aos blogs Flamenguista.
SÓ OS FORTES SOBREVIVEM



Pagando a aposta aos blogs Flamenguista.
SÓ OS FORTES SOBREVIVEM


Sempre quando me acontece algo inesperado, algo que toma conta de todo o meu ser, algo que me deixa sem chão, algo que tira o meu sorriso, algo que tira o meu levantar, algo que tira o meu desejo de seguir adiante, algo que não posso explicar, mas sim sentir, eu sinto o vazio do infinito e angústia da incapacidade.

Seriam belas palavras se não fosse às eu que sinto e às que eu vivo. Espero que amanhã de manha tudo volte como antes. Acorde cedo, o sol brilhe, tome meu café, escove os dentes, leio o jornal, não melhor não, me arrume e vou trabalhar. Assim espero, assim acontecerá. Porque eu posso acreditar e acreditarei que amanha será bem melhor. Eu estarei melhor e espero que os outros também estejam melhores.

Melhores nas suas vidas pessoais, físicas e mentais. Espero que o Galo se torne o Sagrado Glorioso Galo. Espero que amanhã levantemos a cabeça e seguimos em frente. E quem sabe escreve uma nova historia. Uma historia mais ampla com sinônimos de sucesso. Sucesso que fará de nos homens, mulheres e crianças mais digno de tal felicidade.

Tal felicidade, um dia quem sebe eu alcançarei essa tal felicidade. Não só eu, mais toda torcida alvinegra. Toda a torcida alvinegra deseja e exija essa tal felicidade. Hoje me lembro da poesia de infância que me educou como gente,como homem e
me fez enxergar e seguir adiante.


No meio do caminho
No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do Caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.
Carlos Drummond de Andrade

Essa pedra se chama Agorafobia.

Diagnóstico: Fobia de lugares cheios como o Mineirão. O Galo não suporta lugares cheios, acho que os jogadores têm medo do fracasso. Medo de decepcionar a imensa massa atleticana no Mineirão.

Cura: fechar o estádio.
Seria cômico se não fosse trágico.

Abraços Alvinegros.

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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

O clássico dos últimos tempos Atlético versus Flamengo


Hoje falarei do clássico que há muitos anos mexem com a paixão dos torcedores Flamenguistas e Atleticanos. Uma paixão que vem da época dos meus pais que lotavam estádios e torcia como a mesma paixão dos tempos de hoje.

Tri campeonato cariocas e Libertadoes e títulos do brasileirão marcou a época de 80 no Flamengo, mas sem querer menosprezar a capacidade desse grande clube chamado Flamengo na época, não posso deixar de falar da arbitragem que tanto nos revoltou.
Uma coincidência que marcou a revolta de muitos pais atleticanos de hoje, inclusive os meus, foi à arbitragem.
Meu falecido pai sempre me contava que os títulos dos Flamengos sempre eram uma incógnita.
Os cinco títulos do rubro-negro foram conquistados em decisões apitadas por mesmos árbitros.

José de Assis Aragão - apitou Galo x Flamengo em 1980
- e José Roberto Wright - apitou o jogo mais polêmico de século, Galo x Flamengo em 1981 pela Libertadores.

Não falo por todos os títulos do Flamengo porque fugiria da minha realidade de conhecimentos futebolísticos e da minha inteligência.
Agora quem é apaixonado por futebol como eu tenho que ser realista. O Flamengo na década de 80 teve um grande time que marcou e fez história no clube.

Mas não posso deixar em branco ou vermelho a decisão do Campeonato Brasileiro em 1980 entre Atlético x Flamengo que gerou polemica com a expulsão do atacante Reinaldo pelo árbitro José Assis Aragão.

Da arbitragem estranha do jogo do Galo e Flamengo pela libertadores pra não falar tendenciosa.
Eu vi o jogo pelo vídeo e nunca vi um roubo assim tão descarado como nesse jogo. Fiquei pasmo quando vi o vídeo.
A expulsão de Reinaldo, Eder, Palhinha e João leite foi uma vergonha na arbitragem do Jose Roberto Wright e no futebol brasileiro.

Voltemos ao presente e comparamos os duelos desse novo jogo entre Atlético versus Flamengo.
Duelo de jogadores que farão história em seus clubes. Que seja o meu Sagrado Glorioso Galo.

Diego Tardelli, O Matador versus Adriano, O Imperador




Carini, A Muralha versus Bruno, O Atleticano



Ricardinho, O Maestro versus Petkovic, O Gênio




Correa, O garrido versus Maldonado, O Determinado



Éder Luís, O consagrado versus Denis Marques, O Flamenguista




Mais que torcedor eu sou apaixonado pelo futebol, mas sou doente e minha cura é torcer pelo Sagrado Glorioso Galo. Que venha a garra dos jogadores, que venha a massa atleticana e que venha o brilho dos meus olhos ao final do jogo.

Que vença a garra dos jogadores, que vença a determinação da torcida, que vença o amor pelo time, que vença a paixão, que vença o futebol bonito e moleque, que vença os dribles em direção ao gol com gol, que vença a marcação cerrada no adversário, que vença os cruzamentos sob medida, que vença os arranques dos atacantes ao gol, que vença as melhores devesas do goleiro, que vença pelo amor de Deus o meu Sagrado Glorioso Galo.

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